#votoserrapq #3

O ato de gravação em massa da campanha #votoserrapq foi fantástico.A participação de cada um fez toda a diferença.O processo de criação é melhor quando coletivo. Abaixo, o resultado.

 

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Ato da campanha #votoserrapq

Amanhã faremos um ato de gravação em massa da campanha #votoserrapq. Você tem várias ideias? Ainda não conseguiu gravar? Apareça. Ajude a divulgar, mande email, retuíte. Vamos sair da internet e ocupar as ruas.

Por mais Brasil e Desenvolvimento: Dilma Rousseff

No primeiro turno, nós, integrantes do grupo Brasil e Desenvolvimento, não definimos coletivamente apoio a nenhum candidato. Na ocasião, por diferenças de análise política, votamos em diferentes presidenciáveis de esquerda do campo democrático popular.

Sensíveis ao momento eleitoral e aos projetos de país que estão em jogo neste momento, endossamos nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores.

Temos uma enorme lista de ressalvas à candidatura de Dilma, que longe de romper com os consolidados padrões de concentração de renda, ainda cede, aliando-se a velhos oligarcas e negando o comprometimento real com reformas profundas no campo econômico, habitacional e agrário, dentre outros.

Para nós, se a candidatura de Dilma Rousseff representa avanços tímidos, aquém do que sonhamos e lutamos, José Serra e o PSDB são a certeza de retrocesso.

É pré-requisito de nosso árduo trabalho pelo avanço da consciência coletiva rumo à igualdade social que nos posicionemos frontalmente contra o grande atraso político que representa a candidatura de José Serra e as forças conservadoras que a compõem. Conjunturalmente, barrar Serra, DEM e o PSBD, é votar Dilma Rousseff, é engrossar a mobilização em torno do projeto do PT.

Julgamos equivocada a análise que iguala, em termos de projeto de país, as duas candidaturas neste segundo turno. Há diferenças profundas. É com base em tais diferenças que tomamos nossa decisão, orientando nosso voto e militância neste momento.

Votar Dilma Rousseff é referendar, ainda que no campo da disputa política com apoio crítico, as políticas públicas de promoção da igualdade social, de combate ao racismo e à homofobia, de promoção da democratização da educação, de investimento em infra-estrutura e no setor produtivo, de democratização do Estado, de ampliação e valorização dos serviços públicos, de não-repressão aos movimentos sociais.

Na contramão, a candidatura de José Serra, que traz consigo o ranço anti-democrático do que ainda resta da ditadura militar, se orienta rumo à criminalização da pobreza e dos movimentos populares, de equivocados intentos liberalizantes que não levam senão ao desmonte do Estado e precarização dos serviços públicos, da política econômica recessionista, da precarização da educação pública, do baixo grau de respeito à pluralidade.

A breve exposição das diferenças entre as candidaturas, somadas ao textos e análises diárias em nosso blog, que desde a fundação do grupo consolidam nossa opção por um país mais justo e igual, mais inovador e sustentável, tornam abundantes os motivos para optarmos por Dilma Rousseff presidente do Brasil.