Brasil – e desenvolvimento para quem?

Eu não acredito, ainda precisamos convencer os poderosos e poderosas que um país rico é um país que não extermina os seus povos tradicionais. – Leiam o texto da Iara Vicente no Ressaca Política.

Reverberamos assim o apelo desesperado de um povo: mata-se os Guarani-Kaiowá, morremos todxs.

Lembro sempre, sempre, quando falamos de terras indígenas no Brasil, o que diz Ailton Krenak, sobre a chegada dos brancos:  “Os Guarani partilham o território dessas fronteiras do sul entre Paraguai, Argentina, Bolívia. Em todos esses lugares, áreas de colônia espanhola, áreas de colônia portuguesa, inglesas, os nossos parentes sempre reconheceram na chegada do branco o retorno de um irmão que foi embora há muito tempo, e que indo embora se retirou também no sentido de humanidade, que nós estávamos construindo. Ele é um sujeito que aprendeu muita coisa longe de casa, esqueceu muitas vezes de onde ele é, e tem dificuldade de saber para onde está indo.”

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