Manifesto de artistas e intelectuais Pró-Dilma

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff.
Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua
dignidade reconquistada.

Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e
continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff
Chico Buarque de Holanda
Oscar Niemeyer
Aderbal Freire Filho – diretor de teatro
Alcides Nogueira – dramaturgo e roteirista
Alcione – cantora
Aldir Blanc – compositor e escritor
Álvaro Caldas – jornalista
André Klotzel – cineasta
André Luiz Oliveira – cineasta
Anne Pinheiro Guimarães – cineasta
Antonio Grassi – ator
Argemiro Ferreira – jornalista
Armando Freitas Filho – poeta
Beth Carvalho – cantora
Beth Formaggini – cineasta
Carlos Augusto Brandão – crítico de cinema
Carlos Brandão
Celso Frateschi – ator e diretor
Chico Cesar – cantor e compositor
Chico Diaz – ator
Claudia Furiati – historiadora e escritora
Cláudio Baltar – diretor
Cristina Buarque de Hollanda – cantora
Daniel Sroulevich – produtor cultural
Daniel Souza – designer e empresário
Dau Bastos
Débora Duboc – atriz
Dira Paes – atriz
Domingos de Oliveira – diretor teatral, cineasta
dgar Vasques – cartunista
Ednardo – cantor
Eduardo A. Russo – crítico de cinema
Eduardo Figueiredo – produtor teatral
Eric Nepomuceno – jornalista e escritor
Eryk Rocha – cineasta
Felipe Radicetti – compositor
Geraldo Moraes – cineasta
Geraldo Sarno – cineasta
Helena Sroulevich – produtora cultural
Helvécio Ratton – cineasta
Hermano Figueiredo – cineasta e cineclubista
Hugo Carvana – ator e cineasta
Janaina Diniz – cineasta
Jesus Chediak – cineasta e produtor cultural
João Bosco – cantor e compositor
João Carlos Couto – dramaturgo e produtor teatral
Joel Pizzini – cineasta
Jorge Furtado – cineasta
José Joffily – cineasta
José Roberto Filippelli
Karen Acioly – diretora teatral
Leopoldo Nunes – cineasta e agente cultural
Lucélia Santos – atriz
Lucia Murat – cineasta
Lúcia Rocha – curadora do Tempo Glauber
Lucília Garcez – escritora
Lucy Barreto – produtora
Luiz Antonio de Assis Brasil – escritor
Luiz Carlos Barreto – produtor
Luiz F. Taranto – jornalista e cineasta
Luiz Fernando Lobo – diretor artístico e ator
Luiz Fernando Lobo – diretor teatral
Manfredo Caldas – cineasta
Marcelo Laffitte – cineasta
Marcos Souza – músico e jornalista
Mariana Lima – atriz
Marieta Severo – atriz
Marília Alvim – cineasta
Mario Prata – escritor e dramaturgo
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Maurice Capovilla – cineasta
Maurício Machado – ator
Miguel Paiva – escritor e humorista
Miúcha – cantora
Monarco – compositor
Monique Gardenberg – cineasta e diretora de teatro
Murilo Salles – cineasta
Nelson Sargento – compositor
Nei Lopes – compositor e escritor
Noilton Nunes – cineasta
Orã Figueiredo – ator
Otto – cantor e compositor
Paloma Rocha – cineasta
Paula Gaitán – cineasta e artista plástica
Paulo Betti – ator
Paulo Halm – roteirista e cineasta
Pedro Cardoso – ator
Raquel Karro – atriz
Ricardo Cota – Secretário de Comunicação do Governo do RJ
Ricardo Cravo Albin – jornalista, historiador e pesquisador da MPB
Ricardo Gontijo – jornalista
Roberto Berliner – cineasta
Roberto Gervitz – cineasta
Roberval Duarte – cineasta e produtor cultural
Rodrigo Targino – cineasta
Rogério Correa – cineasta
Rosa d`Aguiar Furtado – jornalista, tradutora (viúva de Celso Furtado)
Rosemary – cantora
Rosemberg Cariry – cineasta
Rubens Rewald
Ruth Rocha – escritora
Ruy Guerra – cineasta
Sandra Werneck – cineasta
Sara Rocha – produtora de cinema
Sérgio Sá Leitão – cineasta e administrador público
Silvia Buarque de Hollanda – atriz
Silviano Santiago – escritor
Sylvia Moreira – arquiteta, cenógrafa
Tata Amaral – cineasta
Tia Surica -sambista
Toni Venturi – cineasta
Tuca Moraes – atriz e produtura
Vania Cattani – cineasta
Vicente Amorim – cineasta
Vinícius Reis – cineasta
Vladimir Carvalho – cineasta
Wagner Tiso – músico
Walter Carvalho – cineasta
Walter Lima Júnior – cineasta
Wolney Oliveira – cineasta
Ziraldo – desenhista, escritor, pintor
Frei Betto
Emir Sader
Álvaro Caldas – jornalista
Ricardo Gontijo – jornalista
Regina Zappa – jornalista e escritora
Padre Ricardo Rezende
Paulo Sergio Niemeyer
Vera Niemeyer
Tulio Mariante – designer

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9 respostas em “Manifesto de artistas e intelectuais Pró-Dilma

  1. Não entendi! Agora por que a “elite intelectual”, seja lá o que isso significa( Nas palavras de José Carlos Barbosa Moreira ) decidiu votar em Dilma, o povo deve votar em Dilma? Agora eles tem mais razão do que o povo do Brasil. Até a última vez que consultei a CF no seu segundo artigo, o poder emava do povo. Por um Blog real de Desenvolvimento. Abaixo o Blog Político e Partidário.

    • Ah, quanto ao blog “Político e Partidário”… O nosso grupo sempre se definiu e se define como um grupo político. Acreditamos na necessidade de construção teórica e prática de uma alternativa política capaz de colocar o Brasil no rumo de um processo real e acelerado de desenvolvimento. É uma tarefa política, e este é o blog de um grupo político.

      Nenhum de nós é filiado a partido, mas pode perfeitamente vir a ser. Os partidos têm uma função importante na democracia. No 1º turno, o grupo se dividiu entre votos a Dilma e Plínio. Agora no 2º turno, decidimos apoiar Dilma por crer que, embora façamos várias críticas ao projeto que ela representa, reconhecemos também os avanços (mesmo que limitados) que tem promovido. Ele é muito melhor do que aquele encabeçado por Serra, que traria retrocesso ao país.

  2. O Manifesto não fala de “elite intelectual”. E não, o povo não deve votar em Dilma porque intelectuais, padres, jornais ou políticos estão mandando. Cada cidadão deve votar em quem julgar que é melhor. Porém, cada cidadão tem também o direito de manifestar publicamente sua opinião e expor seus argumentos sobre por que acha que uma candidata é a melhor. Os signatários desse manifesto também têm esse direito, assim como os de diversos outros grupos sociais que assinaram diversos manifestos de apoio à Dilma. Nós postamos esse aqui (entre outros) porque seus argumentos são relevantes, e também porque as pessoas que o subscreveram têm uma história de defesa da cidadania.

  3. O Manifesto não fala de “elite intelectual”. E não, o povo não deve votar em Dilma porque intelectuais, padres, jornais ou políticos estão mandando. Cada cidadão deve votar em quem julgar que é melhor. Porém, todo cidadão tem também o direito (e em certos contextos o dever) de expor aos demais por que acha melhor votar em uma candidata. Os signatários desse manifesto têm esse direito também.

    E nós reproduzimos esse manifesto aqui (entre outros) porque ele contém argumentos relevantes, e porque compartilhamos de muitos valors com as pessoas que o assinam. Elas em geral têm uma história importante de defesas de causas da cidadania.

  4. segundo o Eduardo Martins Bastos os intelectuais nao deveriam votar!! q palha!! quem estuda nao é povo. o LULA esta criando criando um pais sem povo, ja que batemos recordes contra a pobreza, desemprego e analfabetismo. as pessoas do manisfesto são formadores de opiniao e pessoas publicas, tem o direito (e até o dever) de esclarer a nós desconhecidos em quem vao votar e os motivos para isso. afinal a globo, veja, epoca etc … nao são mais imparciais, se é que ja foram algum dia!!

    nao serrarojas!!!! dilma13!!! @stellamota

  5. Muito boa a critica feita pelo site, que foi indicado por meu professor de literatura, somos adeptos do movimento anti-serra,
    meu blog:
    revolucaocapacho.blogspot.com
    Façam-me uma visita.
    Abraço.

  6. Pingback: Do MinC 1 ao Minc2: a Cultura e a Retórica da Gestão no Brasil

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