Mangabeira Unger fala sobre Brasil e Desenvolvimento no site da uol

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/07/16/04023662E4B17346.jhtm?unger-no-brasil-sobram-partidos-mas-faltam-alternativas-04023662E4B17346=

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4 respostas em “Mangabeira Unger fala sobre Brasil e Desenvolvimento no site da uol

  1. Que terno estético! Ulalá!

    O discurso que ele caricatura como minoritário — “do grande capital” — me pareceu o mais razoável. De qualquer, forma, Mangabeira é estético, e mesmo quando fala coisas dignas de um círculo de jovens em transe com a erva azul-limão, o faz com estilo.

    E reitero: que BELO terno! A indumentária que um pai-de-santo usaria se tivesse de ir a um evento esporte fino, certamente.

    Abraços!

  2. Casemos o sotaque do excelentíssimo ex-ministro, a má qualidade do áudio (e, consequentemente, sua voz robótica) e o seu terno branco de sextas-feiras (tão bem lembrado pelo Thiago) e teremos um Darth Vader Tupiniquim Branco. Muito interessante, muito interessante.

    Mas, aos fatos:

    1-“Dar instrumentos – oportunidade”: mercado. Em um país crescentemente dinâmico como o Brasil e com fatores de produção subutilizados, o melhor caminho é continuar a dar liberdade. Isto, definitivamente, não é uma panacéia, mas é um dos caminhos primordiais.

    2-Fato: “Sobram partidos e faltam alternativas”. Muito correto. O Mangabeira está muito certo nisso. Tem sido uma experiência única explicar a estrangeiros nosso sistema partidário e sua relação (ou não-relação) com as cores do espectro ideológico. Contudo,
    quanto aos discursos hegemônico e contra-hegemônico: o segundo discurso (mais liberal, que o ministro define como dos grandes empresários) não encontra alicerces no mundo político, ao contrário do que parece dizer. Enquanto o discurso estatista é muito forte no PT, PCdoB, PSB e PDT e até em alas do PMDB e PSDB (neste, na área social), um discurso liberal não encontra leais defensores nos partidos e, às vezes, ecoa apenas entre um ou outro parlamentar. A respeito disso é interessante ver uma entrevista da Marilena Chauí dada no Roda Viva em 1999. Ali ela falava como o discurso “neoliberal” do governo FHC era hegemônico e a oposição não encontrava alternativas. A balança virou de forma tão drástica?

    3-Doutrina e Forças Armadas: Nos 13 minutos em que tanto fala e pouco diz, o MU deixa escapar um lado perigoso de suas reflexões passadas. De que diabo de doutrina as Forças Armadas precisam? Apesar de me apavorar com o termo, entendo bem que a elas cabe ter uma doutrina ou algo próximo a isso. Mas qual doutrina ele não diz. Os amigos do B&D, tão afeitos ao nobre MU, poderiam indicar o caminho das pedras?

    4-“O caminho precisa ser exemplificado”. Achei muito positiva essa idéia. Ideários públicos devem se materializar com exemplos, mesmo que sejam políticas de longo prazo. Assim sabemos com que times jogamos. Eis a razão de minha provocação no ponto 3.

    PS: Thiago, engordemos o time! eheheheheheh

  3. Pela proliferação das figuras estéticas na política nacional!

    Mangabeira Unger atrai paixões e ódios!

    Precisamos de mais figuras como ele na Bruzudanga!

    A vida só vale a pena quando colocamos conflito nela. Quando juntamos figuras (peri)patéticas em luta!

    Mangabeira é um belíssimo personagem!

    Cadê nossos Milton Friedmans? Nossos senadores Moynihans?

    (Nossos Palpatines!)

    Não temos… Temos apenas um bando de larápios de quinta categoria que não daria para preencher uma página sequer do Satyricon!

    (Ou do Decamerão).

    Pelo fim da mediocridade!

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