Camila Monteiro Damasceno, 24 anos, é nordestina nascida em Brasília. É feminista, estuda medicina na UnB e é defensora do SUS. Foi bolsista do Programa de Educação para o Trabalho em Saúde (PET-Saúde) de Ceres-GO em 2009, onde realizou atividades de pesquisa e extensão junto a usuários e equipes da Estratégia Saúde da Família. Foi coordenadora de duas gestões do Centro Acadêmico Professor Gilberto de Freitas (CAMed-UnB) e uma do Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães (DCE-UnB), durante as quais organizou a I Conferência Livre de Saúde Mental e a I Conferência Livre de Saúde da UnB, além de (co)criar o Movimento SOS HUB. Inquieta e indignada com a realidade à sua volta, encontrou no B&D a chance de pensar e construir – junto a tanta, muita, diferente gente -, o Brasil que tanto sonha.
Twitter: www.twitter.com/milabiloba
Carolina Santos Souto de Andrade, nascida e criada em Brasília, 20 anos, cursando Ciência Política na UnB desde o segundo semestre de 2011, escolheu a ciência política por acreditar na política como um instrumento de transformação social, inquieta com desigualdades e com as diversas formas de opressão. Uma sonhadora por natureza, acredita que todos os dias têm em si a possibilidade de construção de uma nova utopia e uma luta realmente transformadora da sociedade. Encontrou no grupo Brasil e Desenvolvimento o espaço para essas discussões e práticas. Militante do movimento estudantil, feminista, fez parte em 2012 do Projeto de Extensão Política na Escola. Apaixonada pela América Latina e suas mais diversas expressões culturais e políticas e encantada pela luta dos movimentos sociais que nela surgiram e ainda hoje mostram sua força e sua importância nesse cenário.
Danniel Gobbi, 25 anos, é flamenguista, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, graduado em Relações Internacionais pela UnB. Nasceu em Vitória e perdeu-se em Brasília. Nesse meio tempo, cruzou o Atlântico, comeu chucrute e fermentou a própria cerveja. Começou sua história de voluntariado em projetos sociais aos 14 anos e, desde então, acredita que apenas a construção coletiva de um projeto de sociedade é capaz de criar um mundo justo e solidário. Está convencido de que a mesma mão que muros levanta, pontes constrói. Seu maior desejo é poder contribuir para o fortalecimento das potencialidades humanas, motivo pelo qual encontrou no B&D uma paixão ainda maior e mais satisfatória do que seu Clube de Regatas. Participou da União dos Estudantes Independentes, do Centro Acadêmico de Relações Internacionais (Carel) e foi membro do Conselho de Administração da UnB. Nos dias livres, gosta de acampar, fazer trilha, explorar cachoeiras ou apenas dividir uma pizza com os amigos.
Diego Castro é sul-mineiro de Três Pontas, militante do grupo B&D, Gestor do Projeto e Editor do Portal 10porhora, Agente Cultural e Articulador de Sustentabilidade e Colaboração Social do Coletivo Palavra. Desistente da Publicidade e Propaganda… graduando em Direito, no Distrito Federal. Pesquisador dos “vícios e injustiças sociais legitimados pelo Poder Público” procurando algum dos vários para aprofundar-me, militante em Movimentos Sociais como: Apoiadores do Santuários dos Pajés, Comitê Popular da Copa do Mundo, do MTST, MST e outros. Eterno Interactiano, pois foi naquele clube (mesmo hoje enxergando algumas diferenças ideológicas), que aprendi vários significados e valores, tendo o primeiro contato com realidades antes não pensadas e/ou sabidas (conhecendo muitos problemas sociais de uma cidade de pensamentos ruralistas, desigual, de pouco mais de 50mil habitantes), vivênciando a amizade e solidariedade. Um Militante e otimista por um mundo melhor, mais justo, feliz e equilibrado, com menos carros e mais bicicletas, mais desacelerado e humano!
Edemilson Paraná é jornalista formado pela Universidade de Brasília e mestrando em Sociologia na mesma Universidade. Natural de Umuarama, no Estado do Paraná, migrou para o Planalto Central em 2007 em busca de atividade intelectual e agitação política. Na UnB, foi conselheiro estudantil no Conselho Universitário (Consuni), eleito pela União dos Estudantes Independentes, diretor de política estudantil do Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacom), membro do projeto de Extensão Comunicação Comunitária e bolsista do Programa de Iniciação Científica (PIC-UnB). Trabalhou como assessor de imprensa na Câmara dos Deputados e no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Como repórter, cobriu política no Congresso Nacional para o portal UOL e Blog do Fernando Rodrigues (Folha de S.Paulo). Como freelancer, escreveu para a Mark Comunicação e para a revista Gestão Pública e Desenvolvimento. Atualmente é analista de Comunicação no Conselho Nacional no Ministério Público e integrante do grupo de pesquisas Cultura Digital e Democracia. Esquerdista convicto, de mente e ouvidos bem abertos, é um intransigente defensor da tolerância e do bom senso. Pensar o país é seu grande objetivo, transformá-lo seu maior sonho.
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Érika Lula de Medeiros nasceu no interior paulista, mas é nordestina de sangue, coração, criação e sotaque, com raízes bem fincadas no sertão. Na UFRN, onde cursou Direito, participou do movimento estudantil e de projetos de extensão. Foi coordenadora acadêmica e de articulação política do Centro Acadêmico Amaro Cavalcanti, o que lhe mostrou a importância de se tomar partido e de agir para mudar a realidade. No programa de extensão de educação popular em direitos humanos Lições de Cidadania, enxergou que extensão tem que ser popular e que a universidade precisa dialogar com movimentos sociais. Estagiou na Coordenadoria de Direitos Humanos do RN, onde atuou no Centro de Atendimento a Vítimas de Violência e no Centro de Referência em Direitos Humanos e Combate à Homofobia. Durante a graduação descobriu a advocacia popular, que escolheu como um de seus projetos de vida, por compreender a luta por direitos e sua dimensão coletiva. Atualmente trabalha no Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF (CEDECA/DF), compõe a secretaria executiva da rede justiça e direitos humanos (JusDH) e vibra com a identidade de sonhos e de ideias encontrada no grupo Brasil e Desenvolvimento, em que entrou motivada pela perspectiva de pensar os problemas da nossa realidade e de agir para enfrentá-los.
Fábio Felix Silveira nasceu em Brasília. Entrou na UnB em 2004 para cursar Serviço Social e foi na primeira greve e na imersão nos estudos da teoria marxista que iniciou sua trajetória de participação política no movimento estudantil. Participou de duas gestões do Centro Acadêmico de Serviço Social, atuou nos Colegiados e Conselhos Superiores da UnB como representante estudantil, atuou em diversos movimentos sociais e se aproximou da construção e legalização do PSOL. No empenho de lutar em defesa da educação pública de qualidade foi Coordenador Geral do DCE-UnB, e participou junto com milhares de estudantes da Ocupação da Reitoria em 2008 que trouxe grandes vitórias para a Universidade. Iniciou sua vida profissional no Grupo VIOLES (Grupo de Pesquisa sobre exploração sexual de crianças, adolescentes e tráfico de pessoas), onde teve a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos na área dos Direitos Humanos. Atualmente se tornou servidor público do sistema socioeducativo do Distrito Federal, é estudante do curso de Mestrado em Política Social da UnB e continua sua história militante no Grupo Brasil e Desenvolvimento.
Gabriel Santos Elias é um Mineiro que nasceu em Carajás, no Pará, mas mantém a família e o coração em Mariana (MG). Formado em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), atualmente faz parte do programa de mestrado no mesmo instituto. Ao longo da graduação participou de duas gestões do Centro Acadêmico de Ciência Política e do DCE Honestino Guimarães, da UnB. Estagiou na Agência Brasileira de Cooperação, no Ministério de Relações Exteriores do Brasil, fez parte dos projetos de extensão “Política na Escola” e “E eu com isso?”, e foi bolsista do Programa de Educação Tutorial em Ciência Política – PET/POL. Atualmente é Assessor da Subchefia de Assuntos Parlamentares da Presidência da República. Movido pela inquietação e pela vontade de pensar os problemas do Brasil de forma mais ampla entrou para o B&D com o objetivo de construir um novo projeto de transformação para o país.
Gustavo Moreira Capela, natural do Rio de Janeiro – RJ, é mestrando em Direito pela Universidade de Brasília e angustiado por natureza. Morou fora do Brasil por 7 anos (em NY e nas Ilhas Cayman) e, ao voltar, fez-se brasileiro. Sempre teve como foco pensar mudanças sociais e, com isso em mente, foi sócio fundador e primeiro Presidente da OnG Universitários Vão à Escola (UVE). Atuou como professor nessa OnG por dois anos. Participou da Gestão Integração do Centro Acadêmico de Direito da Universidade de Brasília, compondo a Comissão Acadêmica e foi Presidente dessa instituição na Gestão CADir em Movimento. De vez em quando organiza festas de pequeno porte. Estagiou em dois escritórios de advocacia e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foi pesquisador do PIC-UnB sob orientação do Professor Cristiano Paixão em 2006/2007 e sob orientação do Professor Menelick de Carvalho Netto em 2008/2009. Foi membro-fundador do Grupo Brasil e Desenvolvimento e é atualmente um de seus orgulhosos militantes. Compõe, ainda, o quadro dos Grupos de Estudo Sociedade, Tempo e Direito (STD), Direito e Comunicação, e do Grupo de Estudos Direito e Linguagem.
Twitter:
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Hugo Sousa da Fonseca é admirador de Augusto Boal e com o teatro (do oprimido) procura se contaminar no mundo com essa arte em movimento. Nasceu em Passos, interior de Minas Gerais, e de lá carrega o sotaque, o violão, as/os amigas/os e a saudade da família. Mais acostumado com traços soltos e leves sobre o papel, que com a rigidez dos caracteres, está sendo desafiado por esse blog, onde vai tentar escrever em linhas retas seus pensamentos curvos. Estudante candango de Direito na Universidade de Brasília é conselheiro do Conselho Superior Universitário (Consuni – UnB), do Conselho da Faculdade de Direito e também membro do Centro Acadêmico de Direito. Constrói também a Federação Nacional de Estudantes de Direito, em especial a setorial LGBT. Guarda um carinho enorme por Brasília, já que no Planalto Central, além de conhecer inúmeras pessoas incríveis, viu o mundo na sua maior complexidade, nas suas maiores contradições.
Zugo, como é conhecido pelas pessoas que frequentam o galático-frenético-baphônico mundo da língua do Z, filiou-se ao Partido Socialismo e Liberdade aos 16 anos porque queria construir um projeto alternativo de sociedade e está por aí a concretizar isso.
Com a enorme predisposição em aprender com o novo e a facilidade de ser infantil pra sempre: é UVEano.
Com a necessidade de ser complementado e transformado com/pela subjetividade do Outro: é extensionista.
Com a vivência plena do tripé Universitário e a luta contra as opressões e contra o modelo educacional vigente: é PETiano.
Com a subversão, a festividade, a sexodiversidade, a irreverência e a arte, que produzem microrrevoluções: é Maracatu Atômico.
Com os sonhos à flor da pele e o espírito tomado por uma nova estética de mudança real: é Honestina.
Com a inquietude e o sangue nos olhos na disputa por outro mundo: é, finalmente e sem recalque, B&D com muito orgulho.
João Telésforo Nóbrega de Medeiros Filho tem 25 anos de sonho, de sangue e de América do Sul. Natural de Natal-RN, tornou-se candango aos 17 anos de idade, quando migrou para o Planalto Central para estudar Direito na Universidade de Brasília. Durante os anos de graduação, participou da fundação do Projeto de Extensão e ONG Universitários Vão à Escola (UVE) e atuou na sua coordenação pedagógica, coordenou o projeto de refundação da Revista dos Estudantes de Direito da UnB, foi Primeiro-Secretário do Centro Acadêmico de Direito (CADIR) e Coordenador de Formação Política e Movimentos Sociais do Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães da UnB. Atuou como bolsista do Programa de Educação Tutorial em Relações Internacionais (PET-REL) e de iniciação científica, e realizou alguns estágios, dentre os quais no Programa Política e Direito Socioambiental do Instituto Socioambiental. Atualmente, dedica-se à militância no B&D e no Movimento Honestinas, e ao Mestrado em Direito na UnB.
Blog:
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Twitter:
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Laila Maia Galvão, 24 anos, é mestranda em teoria, filosofia e história do direito pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Nascida em Brasília, passou a infância e grande parte da adolescência na capital, com breves interregnos, quando morou em Campinas – São Paulo, em Brighton – Inglaterra e em St. Catharines – Canadá. Seu grande interesse pelas ciências humanas a fez optar pelo Direito, que cursou na Universidade de Brasília entre 2006 e 2010. Na Faculdade, foi bolsista do PIBEX no ano de 2007, ao coordenar o curso de capacitação em direitos humanos e gênero Promotoras Legais Populares. Atuou no Centro Acadêmico de Direito (CADir – UnB) por duas gestões. Fez parte da Gestão CADir em Movimento entre 2007-2008 e foi segunda-secretária da Gestão Novos Rumos em 2008-2009. Cabe citar também a marcante experiência de apresentar o programa Casa da Mãe Joana, na Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária da UnB – Ralacoco. Sonhadora e otimista, acredita que os grandes ideais só são alcançados por meio de muito trabalho e dedicação. Atualmente é militante do Grupo Brasil e Desenvolvimento e espera poder contribuir para o processo de transformação da realidade social brasileira.
Leandro Santos Lobo é um latino-americano das periferias de Campinas. Estuda um algo que insistem em chamar de “Ciência” e confinar como “Política” na Universidade de Brasília(UnB) e aprendeu nas ruas o que é injustiça, marginalidade, opressão. Comunista. No movimento estudantil desde de 2010, foi membro do Projeto de Extensão Política na Escola(2010) e Coordenador de Pesquisa do mesmo(2012), de duas gestões, 2010/2011, do Centro Acadêmico de Ciência Política(CAPOL) e membro da Assessoria Jurídica Universitária Popular(AJUP) Roberto Lyra Filho. Militante do Movimento Honestinas. Ama Rap Nacional, pão com mortaNdela, Bolívia, literatura, São Paulo, hortas e vê muros como plataforma artística. Luta e crê, profundamente, em justiça agrária e ambiental e no auto-desenvolvimento dos povos. No mais, identifica-se muito com personagens de Guimarães Rosa: “(…)ajudo com o meu querer acreditar. Mas nem sempre posso. O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Divêrjo de todo o mundo… Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para pensar longe, sou cão mestre – o senhor solte em minha frente uma idéia ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos, amém!”.
Luiz Eduardo Sarmento Araujo se orgulha de ter nascido e crescido na mesma cidade que a escritora Carolina Maria de Jesus. Mineiro de Sacramento, mudou-se para a Áustria assim que terminou o ensino médio, onde estudou em escola técnica de artes visuais. De volta ao Brasil com mais de 10 mil fotos de prédios novos e antigos, percebeu que deveria mesmo enveredar pelo mundo da arquitetura: ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na UnB – FAU, em 2007. Como típico candango, acredita que um novo mundo, melhor e mais bonito pode ser construído e por isso, nesses mais de quatro anos no planalto central do país, se mete em tudo que possa ser edificante dessa nova realidade. Já foi presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura – CAFAU, e conselheiro da Faculdade em um período importante, marcado pela ocupação da reitoria, pelos debates e implementação do Reuni, pela discussão do novo plano pedagógico e também pela criação do curso noturno da FAU. Foi um dos diretores de cenografia de duas edições da Festa da Arquitetura e membro da comissão que oficializou os espaços físicos dos Centros Acadêmicos, tendo sido processado por um professor junto a outras amigas do CAFAU e ganhado um dos mais emblemáticos processos contra estudantes desde a redemocratização. Na graduação, desenvolve pesquisas principalmente na área de patrimônio histórico e paisagismo, com grande interesse em habitação social: teve um projeto premiado na área e participou da reabertura do escritório modelo da FAU, que atua no desenvolvimento de projetos para comunidades carentes. Cenógrafo nas horas vagas, expôs um projeto na Quadrienal de Praga, o evento mais importante do mundo de visualidades teatrais. É metido a pintor, designer e quando bêbado, poeta. Militante das causas LGBTs e outras minorias, é também um pedestre e ciclista indignado com nossas cidades cada dia mais motorizadas e menos humanas. Já foi arte-educador e estagiário no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN
Prefere a correnteza louca dos rios, mas se é pra ir pra margem, vai sempre à esquerda.
Lá para as bandas de 2009, havia um ser inominado chamado Marcos Vinícius Lustosa Queiroz. Filho de Juarez e Goreth, não havia encontrado seu lugar no mundo para além do cômodo “querer se dar bem” da nossa sociedade proto-apocalíptica. Mas nas fissuras das neuroses dessa vida, ainda havia um garoto eternamente atormentado. E o bordão “a militância é que muda, é a militância que liberta” também se faz presente na história dessa pessoa. Do PET para o CADir, do CADir para as bandas da FENED, da FENED volta para o CADir e vem Maracatu para lá e Honestinas para cá. Rodopiam-se as experiências em turbilhões de emoções e políticas. Aquela velha opinião formada sobre tudo é transformada na experiência do céu de diamantes. E nesse queerer mudar o mundo, daquele ser inominado, só ficaram o nome (!), o gosto louco e doentio por música (nova!!) e uma paixão inabalável por Morrissey. O resto, graças aos bons deuses, se foi. Estando semi-acordado em um falso império, esse Marcos é uma mistura de sonhar, para trazer cores a dura realidade, e lutar, pois é a partir das relações concretas que um novo mundo é possível. E o que não importa? Estudante de Direito paraquedista nas horas vagas.
Nascida e criada no cerrado do Planalto Central, Mayra Cotta Cardozo de Souza entrou para o curso de Direito da Universidade de Brasília em 2005. Na época, tinha certas dúvidas a respeito de sua escolha, mas carregava uma vontade muito forte e uma certeza muito clara – a vontade de mudar o mundo e a certeza da importância de se estar na Universidade para buscar este objetivo. Na graduação, fez parte de duas gestões do Centro Acadêmico de Direito (Integração e CADir em Movimento) e coordena o Projeto de Extensão Maria da Penha, que, em conjunto com os alunos da Psicologia, atende mulheres em situação de violência doméstica. Participa, ainda, do Projeto de Extensão Além das Grades, que atende presos, egressos e seus familiares no Distrito Federal. Estagiou na Procuradoria-Geral da República e num escritório de advocacia criminal. Também é pesquisadora do Grupo Candango de Criminologia e convicta abolicionista. Pesquisou, sob a orientação da Professora Ela Wiecko, sobre a incapacidade de o Estado-penal lidar com os conflitos interpessoais surgidos no contexto de gênero. É mestre em Direito Penal, Criminologia e Política Criminal pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sob a orientação do Professor Juarez Tavares, com pesquisa a respeito da criminalização da pobreza. E é uma pessoa de sorte, pois encontrou, no Brasil e Desenvolvimento, com quem compartilhar e buscar o sonho de transformação do país.
Octávio Henrique Bernardo Torres, 22 anos, nasceu em Aporé, interior de Goiás. Quando moleque, jogava bete, bandeirinha e birola na rua, também sonhava em ser goleiro do Flamengo. Deixou família e amigos, trouxe a saudade consigo e perdido veio para a capital. Encontrou na Universidade de Brasília uma de suas maiores paixões, além das melhores pessoas da sua vida. É estudante de graduação na Faculdade de Direito desde 2009. Neste mesmo ano foi Orientador e, posteriormente, Coordenador Pedagógico do emancipatório, autônomo e cidadão projeto de extensão Universitários Vão à Escola (UVE). Foi Coordenador Geral do Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães (DCE-UnB), na gestão 2011-2012 Aliança pela Liberdade. Atuou como Conselheiro do Conselho Universitário (CONSUNI) e membro da Câmara de Ensino de Graduação (CEG). Militou por melhores condições na assistência estudantil participando, como convidado, da Câmara de Assuntos Comunitários (CAC) e da Mesa de Negociação Permanente Estudantil (MNPE). Junto a Reitoria, ajudou na formulação do I Orçamento Participativo do Plano Nacional de Assistência Estudantil da UnB. Certa vez ouviu de um amigo: “Uma das belezas da política é que a gente descobre e (re)inventa, com os outros, quem somos. E às vezes surpreendemos até a nós mesmos! Quanto mais nos engajamos intensamente e autenticamente, maior a chance de que isso aconteça.”, nada melhor traduz sua passagem pelo DCE/UnB. Que se (re)invente cada vez mais, sempre que o necessário for. Atualmente, é membro da Comissão de Política Estudantil do Centro Acadêmico de Direito (CADIR/UnB), gestão Maracatu Atômico, da Assessoria Jurídica Universitária Popular Roberto Lyra Filho (AJUP/UnB) e entusiasta do Movimento Honestinas. Admirador de Fernando Pessoa, vê no Grupo Brasil e Desenvolvimento potencial para desenvolver “todos os sonhos do mundo”, que tem em si. Uma sociedade mais justa, igualitária e democrática nos aguarda. Transformemos a realidade, mãos à para construí-la.
Rafael de Acypreste Monteiro Rocha, 22 anos, brasiliense do Piauí e de Minas Gerais, estuda, por compromisso, afetividade e alegria, Direito na Universidade de Brasília (UnB). Membro do MOVex (Movimento Extensionista da UnB), participou por dois anos e meio do Projeto de Extensão Universitários vão a Escola (UVE), de onde traz grande parte de sua inquietude, amorosidade e alimenta o sonho constante de mudança. Atualmente, dedica-se, juntamente com outras/os companheiras/os, à construção da Assessoria Jurídica Universitária Popular (AJUP) Roberto Lyra Filho, no Distrito Federal. Gosta de pagode, samba e é Flamengo. Encantado com o mundo e com as pessoas, tem o desejo profundo de uma sociedade em que cada pessoa tenha o prazer e a alegria de estar no mundo, compartilhando com as outras o que há de mais impressionante: a capacidade de imaginar e de amar. Aliás, “Da capacidade de imaginar/Espaços outrora inexistentes / Se entrelaça(va)m nos tempos, nos corpos, nos ares, nos mares / Em tempos vindouros / De Brasil & Desenvolvimento.”, de Maluci Teresa.

Olá, membros! Cliquei aqui para ver, bem, membros (no boníssimo sentido). E o que vejo? A necessidade de uma mensagem! Isso não é boa política de relações públicas! Até mesmo eu, (que recebi onze votos numa campanha individual contra o Cadir) sei disso.
Melhorem, pelo bem do PINKOismo essa aba — Membros — de vocês.
Abraços os mais cheios de dópedes,
Thiago!
Achei vocês por acaso, numa pesquisa a respeito de logos sobre justiça e meio ambiente. Parei rapidinho pra ler o último post, e dei uma geral no blog. Sou jornalista, militante ambientalista (aliás, não só ambientalista, pra dizer a verdade…), ex-aluna da UnB (quando vocês provavelmente estavam nascendo), e fico feliz de ver jovens preocupados em discutir o Brasil, ao invés de se preocupar só com “baladas”. Muito bom, parabéns, continuem assim!
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Essa história de Revolução Planejada não é novidade.
Guardo a nefasta comparação para momento oportuno.
Cumprimentos de um também aventureiro (mas pelo RiGHT WAY)
É lindo este espírito de inquietação para com a injustiça social, para com a histórica política de exploração instalada na sociedade.
É preciso mesmo que se estabeleça uma nova utopia, instigante, esperançosa da mudança, plena de capacidade de análise e de bom senso…
É o que pode manter viva a esperança de um futuro melhor.
Desejo sucesso ao grupo.
Não é preciso ficar de cara pintada para mudar o país. Às vezes só o vermelho basta, e não precisa ser de vergonha. Mas vermelho de adrenalina, de sangue nas veias, de inteligência coletiva.
Orgulho de tio, ver o Gabriel participando deste movimento me faz esperançoso de meus filhos que, um dia, poderão também contribuir para melhores paradigmas para a nossa prática política.
Parabéns a todos!
é isso aí! vamos incomodar quem nos incomoda. eles que se mudem! parabéns pela iniciativa!
gostei do blog de vcs. Quero acompanhar os debates e me inserir de alguma forma nas discussoes. abs joao francisco -janjao
Parabéns pela iniciativa do grupo tenham sempre muita fé , esperança , o sonho é capaz, mesmo que talvez vocês não consigam visualizar a curto prazo.
Sucesso, persistencia
Regina
Gente como vocês é que fazem nossa geração, a dos quarentões com filhos, perceber que mudanças estão acontecendo. Não vou entrar no mérito de vossos ideais e nem como os defendem, pois o mais importante – que são as convicções e a mobilização para fazê-los acontecer, vocês já demonstram com esse blog. De tanto que gostei, liguei-o ao meu, que trata de desenvolvimento sustentável.
Parabéns a todos
Aerton
Excelente. Continuem o bom trabalho! Saudações.
Então o que eu queria era falar pra alguem mais ”conhecido” ou algo assim que a ultima do governo sobre a construção de uma hidreletrica é uma inaceitavel tem em vista o potencia de energia dos ventos e solar que o brasil possui.
gostaria que ela falasse mais nisso, pois ”por aí” tem quem use no seu horário na tv um discurso do tipo ” — que o brasil tem uma das matrizes energeticas mais limpas do mundo ……
fala sério….
porque temos uma energia limpa podemos destruir um pouco a mata, agredir a bichos e homens que vivem lá tendo que dislocalos de onde morram
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Gostaria de parabenizar os jovens que integram este grupo. Pela idade que possuem, certamente não viveram os negros anos de ditadura e obscurantismo político por que passou o Brasil. É um alento, aos 57 anos de idade, poder ver que os jovens de hoje se preocupam com um país melhor. Ouso citar Rousseau, que nos afirma que basta-nos o direito de votar, para nos impormos o dever de nos instruirmos no tocante à política.
E vocês já compreenderam que um país não pode ser rico se o seu povo é miserável.
Vocês são jovens iluminados. Um grande abraço a todos.
Parabéns pela criatividade e engajamento! Seja bem vindo o bom humor à política
Estou impressionado com a qualidade do trabalho de vocês. Dá alegria de ver. Parabéns!
PARABENS PELA INICIATIVA.=]
GENIAL O MANFESTO, O VÍDEO, TUDO. ASSINO EMBAIXO. POSTEI VOCES NO MEU BLOGUE:
http://jrodrigorodriguez.wordpress.com/?p=1662&preview=true
PARABÉNS!!
nooossa, muito legal o blog, parabéns mesmo…
Pessoal,
Dá orgulho ver um trabalho como este.
Parabéns pela densidade da proposta, pela seriedade no seu trato e pelo compromisso com um Brasil mais democrático e igualitário.
Passo a acompanhá-los.
Abraço,
Marina França
Do grupo “repensar a esquerda”, BH.
Eu #VotoSerrapq eu não gostei dessa história do Lula ter dado milhões de empregos pros vagabundos que não tiveram chance na vida, acho que só merece ter comida na mesa quem tem dinheiro pra comprar sem precisar de bolsa família e cesta básica. Esse programa Luz para Todos é uma brincadeira, hoje em dia qualquer um assiste televisão, tem banho quente e pode ter uma vida digna, onde já se viu! Carro não é pra qualquer um não, porque se fosse não existia transporte coletivo né? Não sou a favor desse povo achando que é gente, como eu vou poder mostrar que sou diferenciada?
Adorei a iniciativa de vocês, super criativo, democrático e jovem! É dessa força jovem que precisamos, não podemos calar as nossas bocas, temos que ter garra e força de vontade. Ir as ruas e fazer desse um país melhor sem deixar voltar atrás. Parabéns vocês estão com tudo!
Deem uma olhada no documentário Laboratório Brasil produzido pela TV Câmara e vocês verão o porque de o Brasil não ter crescido tanto no governo FHC. O fato é simples de entender: no governo FHC a agenda era outra, o controle da inflação. E como se sabe, o Brasil depende muito de capital estrangeiro para manter e acelerar seu crescimento, para isso era necessário fazer do Brasil um país forte, estável, ou seja, controlar sua própria economia, controlar a inflação. E foi isso que fez o “Governo FHC e Serra” acabou com 20 anos de tentativas, de planos economicos diversos etc. Pense Nisso, blogueiros! Como disse à alguns dias o Sr. Eike Batista: “eu financio as duas campanhas porque acredito que os dois candidatos vão garantir a estabilidade democrática” que seja! Mas tentamos manter a estabilidade democrática sem enganar o povo, sem enganar massa que muitas vezes acredita em discursos não por serem verdadeiros, mas por serem exaltados. Vamos colaborar também para o jogo democrático blogueiros! Não tentem simplificar os fatos como fazem nos vídeos Eu Voto Serra PQ#. Vlw!
Otimo trabalho, pena que seus ideais foram comprados, pela uma vaga unica onde poucos tem acesso, e esses poucos esbanja pra si proprio a oportunidade que não quer dividir com ninguém. nunca foi luta foi apenas oportunistas.
SENSACIONAL!!!!
Gostei do trabalho de vcs.. da criatividade.. da ousadia.. da forma como expuseram suas ideias.. e é bom saber que existem pessoas que ainda se importam com a política e, principalmente, com o Brasil.
Parabéns pela iniciativa e vamos em frente /
Abçs,
Natália S.A. – RJ
Adorei essa campanha!!! tanto q tmb fiz meu próprio vídeo!!!!
gostei muito da iniciativa de vocês.
conheci pelo votoserrapq,mas agora já to vendo tudo nos blogs
e tem muita coisa interessante aqui.
parabéns por tudo e que a luta continue sem violência.
Gostei do grupo e dos vídeos.
Sugiro que o grupo agregue novo membro na área de letras, que poderá fazer as correções ortográficas e organizar as frases para ficarem mais claras e, também, alguém da filosofia para reforçar os objetivos do grupo, explicitando-os como elementos ideológicos de uma nova forma de “pensar-agir” em nossa sociedade.
Abraço
Hey, conheci o site através da campanha #votoserrapq e, enfim, li tudo por aqui. Muito legal, continuem assim. Queria algum grupo que contemplasse coisa parecido com esse projeto aqui em Porto Alegre, RS. Se tiverem interesse de expansão do projeto, me avisem via e-mail!
Só vi o video hoje, depois do final feliz das eleições. Morri de rir (“voto no Serra porque com ele eu não seria preto” pra mim já é bordão popular) e percebi que, ao longo do vídeo todinho, eu não conseguia definir o lugar onde ele teria sido gravado… Tantos sotaques diferentes! Como apaixonada por sotaques que sou, devia ter desconfiado: Brasília, claro. O lugar de todos os sotaques.
Divertidíssimo trabalho. Parabéns.
Sobre a campanha Voto no Serra por que – uma SUGESTÃO:
Vocês poderiam bolar alguma coisa em relação ao aumento de 62% dos parlamentares.
Como já passou o período eleitoral e essa situação não tem lado, pode ter um maior alcance…
Uma mobilização maior!!!
Sou de Curitiba-PR e não consigo apoio de ninguém pela internet para fazer mobilização. Não podemos cruzar os braços!!
Estou acompanhando algumas cidades que já fizeram alguma coisa, mas o número de participantes ainda é muito tímido!!
Vamos mostrar que não concordamos com isso!!
Para se falar em política é necessário viajar ao passado, para começar entender, comentar, criticar,o golpe militar, foi um golpe a democracia, e pior, consumiram com muita gente boa,uma grande perca intelectual para o Brasil,pode isto ficar impune????
Anistia geral e irrestrita.
Não houve com isto, uma defloração dos direitos humanos no Brasil, por que mesmo antes do golpe de 1964,os direitos humanos no Brasil não eram respeitados, existiam apenas, para as oliguarguias, (os ricos),o fato em questão, foi um acordo político, entre os políticos da época,MDB é Arena,com os militares, os políticos estavam ansiosos para se instalar no poder, estavam cagando e andando, para os torturados, é para o pensamento do povo, sobre o assunto,anistia, se apoiavam ou não o perdão aos criminosos, foi uma manobra política, alheia a vontade do povo,como não estávamos num direito legal democrático, a decisão não tem respaldo legal,a presença de senadores biônicos no Congresso Nacional na época, reforça a minha tese, a democracia estava totalmente ausente, portanto a famigerada anistia dada, pode sim ser revista, não tem respaldo legal democrático, resumindo: não tem valor legal.
A divida externa brasileira (FMI), contraída pelos os militares, terminava o seu tempo de carência, os militares não interessavam mais o poder, pedir dinheiro emprestado é fácil, pagar ninguém quer, isto era um problema para o futuro governo civil , os políticos não souberam esperar a transição, que aconteceria de qualquer jeito, afinal de contas porque manter ditadura no Brasil, se o golpe já atingiu o objetivo, que era de encalacrar o Brasil numa divida com o FMI, já que a corrente nacionalista popular vinda de Getulio, PTB/PSD de Juscelino, não interessavam ,nada com o FMI, muito menos tutela, portanto precisava, ser desarticulada, para os interesses dos Estados Unidos no Brasil é na America Latina, houve as tentativas de golpe, Jacareacanga, falhou, Aragarças falhou,ambas JK no governo,em 1964 conseguiram, com Jango no governo.
Nota–Em 1960 o General Dwight Eisenhower, esteve no Brasil,em visita a Brasília, na sua inauguração, na ocasião , sugestionou a J.K a reatar com o FMI, JK disse : isto caso a ser estudado, com grande possibilidade de ser concretizado, Eisenhower, foi embora acreditando,ter dado o recado, JK ligou para o seu embaixador nos E.U.A, e disse: com o FMI só conversa não assine nada.
Se JK tivesse aceitado a sugestão, não teria havido o golpe militar de 1964,não haveria mais motivo, o Brasil já estaria sobre a tutela do FMI, para mando e desmando.
Raimundo Nonato Lima
cada dia mais fã de vocês. continuem se inspirando para inspirar.
de longe, mas também perto,
Renata
Ol’a pessoal,
Descobri o blog de vcs fazem umas 3 semanas enquanto procurava algo para ler sobre o Brasil e o Desenvolvimento.
E por coincidêndia, um dos militantes do blog é um velho amigo de terceirão que tinha ficado meio esquecido no tempo devido à inumeras circunstâncias. Grande Edemilson, também conhecido como Paran’a.
Conversei com o mesmo rapidamente sobre os anseios e a luta!
Fiquei muito feliz de reencontra-lo dessas duas maneiras e de saber que “evoluimos” e que compartilhamos ‘ideias desenvolmentistas.
O que me deixou ainda mais motivado, foi o fato de ter a oportunidade de estar em contato com pessoas que estão unindo forças por essa luta.
Gostaria de contribuir e vou fazê-lo sempre que possivel.
Contem comigo!
Um abraço,
Tiago
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Parabens Gente!! Como Ja Foi Dito, è Ótimo ver jovens com um Ideal, uma Cabeça Aberta e Com O proposito de Mudança Discutindo & Agindo Como Interessa. Cientes de que isso pode lhes custar a vida a medida que se aprofunda no assunto, por tanto Revolução deve ser Feita com, por, Amor, se entregar, Viver & Respirar Disso. Pessoas como voces è que deixam Uma Certeza de que hainda vai existir luta e esperança no futuro!
Eu Amo Rap, cresci com mae e padastro que falavam e amavam revolucao, cresci ouvindo essa palavra sem dar importancia, ate que conheci o Rap e consequentemente Entendi o Bicho Revolucao haha, hoje estou comecando a fazer musica pois amo isso e alem disso, è um se nao o meio mais facil de chegar a maioria dos jovens de hoje em dia! E Fico feliz quando vejo gente assim!! Parabens! Verdade Sempre!
Abraço,
EVT.
Ei pessoal que historia e essa hoje. Esse cara vai ficar ou sair.Wilder Morais toma posse de surpresa na vaga de Demóstenes
http://oglobo.globo.com/pais/wilder-morais-toma-posse-de-surpresa-na-vaga-de-demostenes-5464418
Parabéns pela iniciativa como posso colaborar meu email é ravanagt@hotmail.com
Gostei do blog e do post sobre educação no governo Lula.
Uma revolução está acontecendo dentro do Brasil há exatamente 11 anos dentro das “barbas” da Midia Golpista e seguidores.
Muitos estão querendo dar um golpe branco mas até agora o “povo” na sua imensa sabedoria não deixa isto acontecer__Parabéns a rapaziada do “Brasil e Desenvolvimento”
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