Militantes

Untitled-3

Edemilson Paraná é jornalista formado pela Universidade de Brasília. Natural de Umuarama, no Estado do Paraná, migrou para o Planalto Central em 2007 em busca de atividade intelectual e agitação política. Na UnB, foi conselheiro estudantil no Conselho Universitário (Consuni), eleito pela União dos Estudantes Independentes, diretor de política estudantil do Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacom), membro do projeto de Extensão Comunicação Comunitária e bolsista do Programa de Iniciação Científica (PIC-UnB). Trabalhou como assessor de imprensa na Câmara dos Deputados e no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Como repórter, cobriu política no Congresso Nacional para o portal UOL e Blog do Fernando Rodrigues (Folha de S.Paulo). Como freelancer, escreveu para a Mark Comunicação e para a revista Gestão Pública e Desenvolvimento. Atualmente é analista de Comunicação no Conselho Nacional no Ministério Público, integrante do grupo de pesquisas Cultura Digital e Democracia e militante do Grupo Político Brasil e Desenvolvimento. Esquerdista convicto, de mente e ouvidos bem abertos, é um intransigente defensor da tolerância e do bom senso. Pensar o país é seu grande objetivo, transformá-lo seu maior sonho.
Blog
: edemilsonparana.wordpress.comTwitter: twitter.com/parana_

João Telésforo Nóbrega de Medeiros Filho tem (quase) 25 anos de sonho, de sangue e de América do Sul. Por força desse destino, suas veias latino-americanas dilatam-se de indignação diante das injustiças sociais, e pulsam de alegria quando encontram quem também reme contra a corrente de opressões e exploração do nosso continente, al otro lado del río. Natural de Natal-RN, tornou-se candango aos 17 anos de idade, quando migrou para o Planalto Central para estudar Direito na Universidade de Brasília. Durante os anos de graduação, participou intensamente de projetos de extensão e de pesquisa, bem como do movimento estudantil, buscando sempre promover encontros entre universidade e sociedade, reflexão acadêmica rigorosa e ação política transformadora. Atualmente, dedica-se à militância no B&D e ao Mestrado em Direito na UnB, no qual pesquisa e reflete sobre as inovações institucionais do atual processo de mudança social na Bolívia, enfocando a eleição dos juízes da Corte Suprema pelo voto popular direto. Neste semestre, vive em Santiago, onde faz intercâmbio na Universidad de Chile, estagia no Tribunal Constitucional, e aprende com as grandes mobilizações do movimento estudantil.
Blog
: http://daplanicie.wordpress.com/ Twitter: http://twitter.com/JTelesforo Currículo Acadêmico: http://lattes.cnpq.br/4287477343048658

mod1cut

Gustavo Moreira Capela, 23, natural do Rio de Janeiro – RJ, é estudante de Direito na Universidade de Brasília e angustiado por natureza. Morou fora do Brasil por 7 anos(em NY e nas Ilhas Cayman) e, ao voltar, fez-se brasileiro. Sempre teve como foco pensar mudanças sociais e, com isso em mente, foi sócio fundador e primeiro Presidente da OnG Universitários Vão à Escola (UVE). Atuou como professor nessa OnG por dois anos. Participou da Gestão Integração do Centro Acadêmico de Direito da Universidade de Brasília, compondo a Comissão Acadêmica e foi Presidente dessa instituição na Gestão CADir em Movimento. De vez em quando organiza festas de pequeno porte. Estagiou em dois escritórios de advocacia e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES). Foi pesquisador do PIC-UnB sob orientação do Professor Cristiano Paixão em 2006/2007 e sob orientação do Professor Menelick de Carvalho Netto em 2008/2009. Foi membro-fundador do Grupo Brasil e Desenvolvimento e é atualmente um de seus orgulhosos militantes. Compõe, ainda, o quadro dos Grupos de Estudo Sociedade, Tempo e Direito (STD), Direito e Comunicação, e do Grupo de Estudos Direito e Linguagem.
Twitter
: http://twitter.com/guscapela

dsc07179

Laila Maia Galvão, 24 anos, é mestranda em teoria, filosofia e história do direito pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Nascida em Brasília, passou a infância e grande parte da adolescência na capital, com breves interregnos, quando morou em Campinas – São Paulo, em Brighton – Inglaterra e em St. Catharines – Canadá. Seu grande interesse pelas ciências humanas a fez optar pelo Direito, que cursou na Universidade de Brasília entre 2006 e 2010. Na Faculdade, foi bolsista do PIBEX no ano de 2007, ao coordenar o curso de capacitação em direitos humanos e gênero Promotoras Legais Populares. Atuou no Centro Acadêmico de Direito (CADir – UnB) por duas gestões. Fez parte da Gestão CADir em Movimento entre 2007-2008 e foi segunda-secretária da Gestão Novos Rumos em 2008-2009. Cabe citar também a marcante experiência de apresentar o programa Casa da Mãe Joana, na Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária da UnB – Ralacoco. Sonhadora e otimista, acredita que os grandes ideais só são alcançados por meio de muito trabalho e dedicação. Atualmente é militante do Grupo Brasil e Desenvolvimento e espera poder contribuir para o processo de transformação da realidade social brasileira.

DSC02086 - Cópia

Nascida e criada no cerrado do Planalto Central, Mayra Cotta Cardozo de Souza, 23 anos, entrou para o curso de Direito da Universidade de Brasília em 2005. Na época, tinha certas dúvidas a respeito de sua escolha, mas carregava uma vontade muito forte e uma certeza muito clara – a vontade de mudar o mundo e a certeza da importância de se estar na Universidade para buscar este objetivo. Na graduação, fez parte de duas gestões do Centro Acadêmico de Direito (Integração e CADir em Movimento) e coordena o Projeto de Extensão Maria da Penha, que, em conjunto com os alunos da Psicologia, atende mulheres em situação de violência doméstica. Participa, ainda, do Projeto de Extensão Além das Grades, que atende presos, egressos e seus familiares no Distrito Federal. Estagiou na Procuradoria-Geral da República e num escritório de advocacia criminal. Também é pesquisadora do Grupo Candango de Criminologia e convicta abolicionista. Pesquisou, sob a orientação da Professora Ela Wiecko, sobre a incapacidade de o Estado-penal lidar com os conflitos interpessoais surgidos no contexto de gênero.Atualmente, faz mestrado em Direito Penal, Criminologia e Política Criminal na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sob a orientação do Professor Juarez Tavares,desenvolvendo pesquisa a respeito da criminalização da pobreza.E é uma pessoa de sorte, pois encontrou, no Brasil e Desenvolvimento, com quem compartilhar e buscar o sonho de transformação do país.

eu_15

Danniel Gobbi, 25 anos, é flamenguista, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, graduado em Relações Internacionais pela UnB. Nasceu em Vitória e perdeu-se em Brasília. Nesse meio tempo, cruzou o Atlântico, comeu chucrute e fermentou a própria cerveja. Começou sua história de voluntariado em projetos sociais aos 14 anos e, desde então, acredita que apenas a construção coletiva de um projeto de sociedade é capaz de criar um mundo justo e solidário. Está convencido de que a mesma mão que muros levanta, pontes constrói. Seu maior desejo é poder contribuir para o fortalecimento das potencialidades humanas, motivo pelo qual encontrou no B&D uma paixão ainda maior e mais satisfatória do que seu Clube de Regatas. Participou da União dos Estudantes Independentes, do Centro Acadêmico de Relações Internacionais (Carel) e foi membro do Conselho de Administração da UnB. Nos dias livres, gosta de acampar, fazer trilha, explorar cachoeiras ou apenas dividir uma pizza com os amigos.

.

Gabriel Santos Elias é um Mineiro que nasceu em Carajás, no Pará. Tem a família e coração de Mariana (MG) e estuda Ciência Política na UnB, em Brasília.  Ainda no primeiro semestre do curso entrou para o coletivo de estudantes Reconstruindo o Cotidiano, participou de duas gestões do Centro Acadêmico de Ciência Política e é da atual gestão do DCE Honestino Guimarães, da UnB. Estagiou na Agência Brasileira de Cooperação, no Ministério de Relações Exteriores do Brasil e fez parte do projeto de extensão Política na Escola. Atualmente é bolsista do Programa de Educação Tutorial em Ciência Política – PET/POL, onde faz pesquisa na área de movimentos sociais, partidos políticos e cidades, pratica extensão com o Projeto E eu com isso?, em São Sebastião, além de proporcionar atividades de ensino para a comunidade universitária. Movido pela inquietação e pela vontade de pensar os problemas do Brasil de forma mais ampla entrou para o Brasil & Desenvolvimento onde deseja contribuir para um novo projeto de transformação para o país.
Twitter:
http://twitter.com/GSantelli

Rafael de Acypreste Monteiro Rocha, 21 anos, brasiliense do Piauí e de Minas Gerais, estuda, por compromisso, afetividade e alegria, Direito na Universidade de Brasília (UnB). Membro do Fórum de Extensão da Faculdade de Direito – UnB e do MOVex (Movimento Extensionista da UnB), participou por dois anos e meio do Projeto de Extensão Universitários vão a Escola (UVE), de onde traz grande parte de sua inquietude, amorosidade e alimenta o sonho constante de mudança. Gosta de pagode, samba e é Flamengo. Encantado com o mundo e com as pessoas, tem o desejo profundo de uma sociedade em que cada pessoa tenha o prazer e a alegria de estar no mundo, compartilhando com as outras o que há de mais impressionante: a capacidade de imaginar e de amar. Aliás, “Da capacidade de imaginar/Espaços outrora inexistentes / Se entrelaça(va)m nos tempos, nos corpos, nos ares, nos mares / Em tempos vindouros / De Brasil & Desenvolvimento.”, de Maluci Teresa.

Camila Monteiro Damasceno, 22 anos, é nordestina nascida em Brasília. Estuda medicina na Universidade de Brasília e defende o Sistema Único de Saúde. Em 2009, participou do Programa de Educação para o Trabalho em Saúde (PET-Saúde), atuando em atividades de pesquisa e extensão junto aos usuários da Estratégia Saúde da Família do município Ceres-GO. Foi coordenadora geral do Centro Acadêmico Professor Gilberto de Freitas (CAMed) durante a gestão 2010-2011 e coordenadora de integração estudantil do Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães, gestão Amanhã Vai Ser Maior! É co-fundadora e militante do Movimento S.O.S HUB e integra agora, como coordenadora de assuntos acadêmicos, sua segunda gestão no CAMed. Inquieta e indignada com a realidade à sua volta, encontrou no B&D a chance de pensar e construir – junto a tanta, muita, diferente gente -, o Brasil que tanto sonha.
Twitter:
www.twitter.com/milabiloba

João Vitor Rodrigues Loureiro, 25 anos, belorizontino, é pessoa de poucas palavras, mas muitas inquietudes. Mudou-se para Brasília carregando consigo o sonho de ver grandes transformações, e delas tomar parte. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, atuou como vice-presidente do Centro Acadêmico Afonso Pena em 2006, na gestão Outras Palavras, e como representante discente na Comissão Permanente de Pessoal Docente da Pró-Reitoria de Recursos Humanos da UFMG. Inquieto com o excesso de dogmatismo e apaixonado pela reflexão, aventurou-se pelos caminhos da história, tendo realizado iniciação científica como bolsista PROBIC-FAPEMIG em história do direito no Brasil. Aventurou-se também como intercambista na terra do chucrute, tendo lá descoberto sua paixão por escrever. Atuou junto ao Movimento dos Sem-Universidade, como professor voluntário de Língua Portuguesa e Inglesa na comunidade quilombola Quilombo Mangueiras, em Belo Horizonte. Foi Secretário-Executivo do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (PROVITA) MG, junto à Subsecretaria de Direitos Humanos do Estado de Minas Gerais, e atualmente trabalha na Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. Convicto de que instituições jamais serão suficientes para responder a todos os anseios da vida em sociedade, e convicto ainda mais de que sozinho nenhuma mudança é possível, abraçou com muita garra e esperança a militância no Brasil & Desenvolvimento.

Leandro Santos Lobo é um latino-americano das periferias de Campinas. Estuda um algo que insistem em chamar de “Ciência” e confinar como “Política” na Universidade de Brasília(UnB) e aprendeu nas ruas o que é injustiça, marginalidade, opressão. Comunista. No movimento estudantil desde de 2010, foi co-fundador e militante do extinto Movimento Estudantil Socioambiental(MES), integrante do Projeto de Extensão Política na Escola e de duas gestões, 2010/2011, do Centro Acadêmico de Ciência Política(CAPOL).  Ama Rap Nacional, pão com mortaNdela, Bolívia, literatura, Ponte Preta, hortas e vê muros como plataforma artística em essência. Luta e crê, profundamente, em justiça agrária e ambiental e no auto-desenvolvimento dos povos. No mais, identifica-se muito com personagens de Guimarães Rosa:  ”(…)ajudo com o meu querer acreditar. Mas nem sempre posso. O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Divêrjo de todo o mundo… Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para pensar longe, sou cão mestre – o senhor solte em minha frente uma idéia ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos, amém!”.

Clarice Calixto cresceu no calor do interior de Minas e formou-se em Direito na UFMG. No movimento estudantil, ajudou a refundar e politizar o jornal Voz Acadêmica, organizar debates e atuou em projetos de extensão.Vive hoje em Brasília, abismada com o tamanho deste céu.Estuda no mestrado as relações entre os discursos jurídico e jornalístico, na Universidade de Brasília (UnB), mineiramente desconfiando de muita linha e entrelinha. Já trabalhou no Poder Judiciário e em Tribunal de Contas. Atualmente, como Advogada da União, coordena uma equipe de revisão de atos normativos, quebrando cabeça em cada linha. Insiste em tentar dançar balé.Tornou-se militante do B&D porque aprendeu em casa a encarar a vida a partir da Teologia da Libertação e por isso tem uma esquerdista convicção de que um outro mundo é possível, urgente, mas depende de muita fé e muita luta.

Luiz Eduardo Sarmento Araujo se orgulha de ter nascido e crescido na mesma cidade que a escritora Carolina Maria de Jesus. Mineiro de Sacramento, mudou-se para a Áustria assim que terminou o ensino médio, onde estudou em escola técnica de artes visuais. De volta ao Brasil com mais de 10 mil fotos de prédios novos e antigos, percebeu que deveria mesmo enveredar pelo mundo da arquitetura: ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na UnB – FAU, em  2007.  Como típico candango, acredita que um novo mundo, melhor e mais bonito pode ser construído e por isso, nesses mais de quatro anos no planalto central do país, se mete em tudo que possa ser edificante dessa nova realidade.  Já foi presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura – CAFAU, e  conselheiro da Faculdade em um período importante, marcado pela  ocupação da reitoria, pelos debates e implementação do Reuni, pela discussão do novo plano pedagógico e também pela criação do curso noturno da FAU. Foi um dos diretores de cenografia de duas edições  da Festa da Arquitetura e membro da comissão que oficializou os espaços físicos dos Centros Acadêmicos, tendo sido processado por um professor junto a outras amigas do CAFAU  e ganhado um dos mais emblemáticos processos contra estudantes desde a redemocratização. Na graduação, desenvolve pesquisas principalmente na área de patrimônio histórico e paisagismo, com  grande interesse em habitação social: teve  um projeto premiado na área e participou da reabertura do escritório modelo da FAU, que atua no desenvolvimento de projetos para comunidades carentes. Cenógrafo nas horas vagas, expôs um projeto na Quadrienal de Praga, o evento mais importante do mundo de visualidades teatrais. É metido a pintor, designer e quando bêbado, poeta. Militante das causas LGBTs e outras minorias, é também um pedestre e ciclista indignado com nossas cidades cada dia mais motorizadas e menos humanas. Já foi arte-educador e estagiário no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN

Prefere a correnteza louca dos rios, mas se é pra ir pra margem, vai sempre à esquerda.

Mais acostumado com traços soltos e leves sobre o papel, que com a rigidez dos caracteres, está sendo desafiado por esse blog, onde vai tentar escrever em linhas retas seus pensamentos curvos.

Saionara é uma serelepe estudante de Direito da Universidade de Brasília. Já participou de grupos de pesquisa e extensão, é militante estudantil deste 2006, cantava na banda do Colégio, hoje dança ballet, pula, anda de patins, tricota, pinta, costura, cria, imagina, desenvolve, muda, luta, cai, levanta e adora sorvete. Não vai se aquetar enquanto o capital ditar as regras desse amor padrão e até que cada cidadão tenha condição para gerir a própria vida de forma justa, digna e livre. E não vai parar!

46 thoughts on “Militantes

  1. Olá, membros! Cliquei aqui para ver, bem, membros (no boníssimo sentido). E o que vejo? A necessidade de uma mensagem! Isso não é boa política de relações públicas! Até mesmo eu, (que recebi onze votos numa campanha individual contra o Cadir) sei disso.

    Melhorem, pelo bem do PINKOismo essa aba — Membros — de vocês.

    Abraços os mais cheios de dópedes,

    Thiago!

  2. Achei vocês por acaso, numa pesquisa a respeito de logos sobre justiça e meio ambiente. Parei rapidinho pra ler o último post, e dei uma geral no blog. Sou jornalista, militante ambientalista (aliás, não só ambientalista, pra dizer a verdade…), ex-aluna da UnB (quando vocês provavelmente estavam nascendo), e fico feliz de ver jovens preocupados em discutir o Brasil, ao invés de se preocupar só com “baladas”. Muito bom, parabéns, continuem assim!

  3. Pingback: São Paulo é a nova Paris? « Blog do Paraná

  4. Pingback: Para uma Expansão Universitária socialmente referenciada « Liberdade Política

  5. Pingback: Curso de Formação Política B&D – Por uma revolução planejada « Blog do Paraná

  6. Essa história de Revolução Planejada não é novidade.
    Guardo a nefasta comparação para momento oportuno.
    Cumprimentos de um também aventureiro (mas pelo RiGHT WAY)

  7. É lindo este espírito de inquietação para com a injustiça social, para com a histórica política de exploração instalada na sociedade.
    É preciso mesmo que se estabeleça uma nova utopia, instigante, esperançosa da mudança, plena de capacidade de análise e de bom senso…
    É o que pode manter viva a esperança de um futuro melhor.
    Desejo sucesso ao grupo.

  8. Não é preciso ficar de cara pintada para mudar o país. Às vezes só o vermelho basta, e não precisa ser de vergonha. Mas vermelho de adrenalina, de sangue nas veias, de inteligência coletiva.
    Orgulho de tio, ver o Gabriel participando deste movimento me faz esperançoso de meus filhos que, um dia, poderão também contribuir para melhores paradigmas para a nossa prática política.
    Parabéns a todos!

  9. Parabéns pela iniciativa do grupo tenham sempre muita fé , esperança , o sonho é capaz, mesmo que talvez vocês não consigam visualizar a curto prazo.

    Sucesso, persistencia

    Regina

  10. Gente como vocês é que fazem nossa geração, a dos quarentões com filhos, perceber que mudanças estão acontecendo. Não vou entrar no mérito de vossos ideais e nem como os defendem, pois o mais importante – que são as convicções e a mobilização para fazê-los acontecer, vocês já demonstram com esse blog. De tanto que gostei, liguei-o ao meu, que trata de desenvolvimento sustentável.

    Parabéns a todos

    Aerton

  11. Então o que eu queria era falar pra alguem mais ”conhecido” ou algo assim que a ultima do governo sobre a construção de uma hidreletrica é uma inaceitavel tem em vista o potencia de energia dos ventos e solar que o brasil possui.
    gostaria que ela falasse mais nisso, pois ”por aí” tem quem use no seu horário na tv um discurso do tipo ” — que o brasil tem uma das matrizes energeticas mais limpas do mundo ……

    fala sério….
    porque temos uma energia limpa podemos destruir um pouco a mata, agredir a bichos e homens que vivem lá tendo que dislocalos de onde morram

  12. Pingback: Comparação de programas: Gestão Pública e Corrupção « Brasil e Desenvolvimento

  13. Pingback: Comparação de programas: Saúde « Brasil e Desenvolvimento

  14. Pingback: Comparação de programas: Segurança Pública « Brasil e Desenvolvimento

  15. Pingback: Comparação e análise dos programas-Política Econômica « Brasil e Desenvolvimento

  16. Pingback: Comparação de Programas: Política Energética « Brasil e Desenvolvimento

  17. Pingback: Comparação e análise das propostas dos candidatos em relação às cidades. « Brasil e Desenvolvimento

  18. Gostaria de parabenizar os jovens que integram este grupo. Pela idade que possuem, certamente não viveram os negros anos de ditadura e obscurantismo político por que passou o Brasil. É um alento, aos 57 anos de idade, poder ver que os jovens de hoje se preocupam com um país melhor. Ouso citar Rousseau, que nos afirma que basta-nos o direito de votar, para nos impormos o dever de nos instruirmos no tocante à política.
    E vocês já compreenderam que um país não pode ser rico se o seu povo é miserável.
    Vocês são jovens iluminados. Um grande abraço a todos.

  19. Pessoal,

    Dá orgulho ver um trabalho como este.
    Parabéns pela densidade da proposta, pela seriedade no seu trato e pelo compromisso com um Brasil mais democrático e igualitário.

    Passo a acompanhá-los.

    Abraço,
    Marina França
    Do grupo “repensar a esquerda”, BH.

  20. Eu #VotoSerrapq eu não gostei dessa história do Lula ter dado milhões de empregos pros vagabundos que não tiveram chance na vida, acho que só merece ter comida na mesa quem tem dinheiro pra comprar sem precisar de bolsa família e cesta básica. Esse programa Luz para Todos é uma brincadeira, hoje em dia qualquer um assiste televisão, tem banho quente e pode ter uma vida digna, onde já se viu! Carro não é pra qualquer um não, porque se fosse não existia transporte coletivo né? Não sou a favor desse povo achando que é gente, como eu vou poder mostrar que sou diferenciada?

    Adorei a iniciativa de vocês, super criativo, democrático e jovem! É dessa força jovem que precisamos, não podemos calar as nossas bocas, temos que ter garra e força de vontade. Ir as ruas e fazer desse um país melhor sem deixar voltar atrás. Parabéns vocês estão com tudo!

  21. Deem uma olhada no documentário Laboratório Brasil produzido pela TV Câmara e vocês verão o porque de o Brasil não ter crescido tanto no governo FHC. O fato é simples de entender: no governo FHC a agenda era outra, o controle da inflação. E como se sabe, o Brasil depende muito de capital estrangeiro para manter e acelerar seu crescimento, para isso era necessário fazer do Brasil um país forte, estável, ou seja, controlar sua própria economia, controlar a inflação. E foi isso que fez o “Governo FHC e Serra” acabou com 20 anos de tentativas, de planos economicos diversos etc. Pense Nisso, blogueiros! Como disse à alguns dias o Sr. Eike Batista: “eu financio as duas campanhas porque acredito que os dois candidatos vão garantir a estabilidade democrática” que seja! Mas tentamos manter a estabilidade democrática sem enganar o povo, sem enganar massa que muitas vezes acredita em discursos não por serem verdadeiros, mas por serem exaltados. Vamos colaborar também para o jogo democrático blogueiros! Não tentem simplificar os fatos como fazem nos vídeos Eu Voto Serra PQ#. Vlw!

  22. Otimo trabalho, pena que seus ideais foram comprados, pela uma vaga unica onde poucos tem acesso, e esses poucos esbanja pra si proprio a oportunidade que não quer dividir com ninguém. nunca foi luta foi apenas oportunistas.

  23. Gostei do trabalho de vcs.. da criatividade.. da ousadia.. da forma como expuseram suas ideias.. e é bom saber que existem pessoas que ainda se importam com a política e, principalmente, com o Brasil.

    Parabéns pela iniciativa e vamos em frente /
    Abçs,
    Natália S.A. – RJ

  24. gostei muito da iniciativa de vocês.
    conheci pelo votoserrapq,mas agora já to vendo tudo nos blogs
    e tem muita coisa interessante aqui.

    parabéns por tudo e que a luta continue sem violência.

  25. Gostei do grupo e dos vídeos.

    Sugiro que o grupo agregue novo membro na área de letras, que poderá fazer as correções ortográficas e organizar as frases para ficarem mais claras e, também, alguém da filosofia para reforçar os objetivos do grupo, explicitando-os como elementos ideológicos de uma nova forma de “pensar-agir” em nossa sociedade.
    Abraço :-)

  26. Hey, conheci o site através da campanha #votoserrapq e, enfim, li tudo por aqui. Muito legal, continuem assim. Queria algum grupo que contemplasse coisa parecido com esse projeto aqui em Porto Alegre, RS. Se tiverem interesse de expansão do projeto, me avisem via e-mail!

  27. Só vi o video hoje, depois do final feliz das eleições. Morri de rir (“voto no Serra porque com ele eu não seria preto” pra mim já é bordão popular) e percebi que, ao longo do vídeo todinho, eu não conseguia definir o lugar onde ele teria sido gravado… Tantos sotaques diferentes! Como apaixonada por sotaques que sou, devia ter desconfiado: Brasília, claro. O lugar de todos os sotaques. :)

    Divertidíssimo trabalho. Parabéns.

  28. Sobre a campanha Voto no Serra por que – uma SUGESTÃO:

    Vocês poderiam bolar alguma coisa em relação ao aumento de 62% dos parlamentares.

    Como já passou o período eleitoral e essa situação não tem lado, pode ter um maior alcance…
    Uma mobilização maior!!!
    Sou de Curitiba-PR e não consigo apoio de ninguém pela internet para fazer mobilização. Não podemos cruzar os braços!!
    Estou acompanhando algumas cidades que já fizeram alguma coisa, mas o número de participantes ainda é muito tímido!!
    Vamos mostrar que não concordamos com isso!!

  29. Para se falar em política é necessário viajar ao passado, para começar entender, comentar, criticar,o golpe militar, foi um golpe a democracia, e pior, consumiram com muita gente boa,uma grande perca intelectual para o Brasil,pode isto ficar impune????
    Anistia geral e irrestrita.
    Não houve com isto, uma defloração dos direitos humanos no Brasil, por que mesmo antes do golpe de 1964,os direitos humanos no Brasil não eram respeitados, existiam apenas, para as oliguarguias, (os ricos),o fato em questão, foi um acordo político, entre os políticos da época,MDB é Arena,com os militares, os políticos estavam ansiosos para se instalar no poder, estavam cagando e andando, para os torturados, é para o pensamento do povo, sobre o assunto,anistia, se apoiavam ou não o perdão aos criminosos, foi uma manobra política, alheia a vontade do povo,como não estávamos num direito legal democrático, a decisão não tem respaldo legal,a presença de senadores biônicos no Congresso Nacional na época, reforça a minha tese, a democracia estava totalmente ausente, portanto a famigerada anistia dada, pode sim ser revista, não tem respaldo legal democrático, resumindo: não tem valor legal.
    A divida externa brasileira (FMI), contraída pelos os militares, terminava o seu tempo de carência, os militares não interessavam mais o poder, pedir dinheiro emprestado é fácil, pagar ninguém quer, isto era um problema para o futuro governo civil , os políticos não souberam esperar a transição, que aconteceria de qualquer jeito, afinal de contas porque manter ditadura no Brasil, se o golpe já atingiu o objetivo, que era de encalacrar o Brasil numa divida com o FMI, já que a corrente nacionalista popular vinda de Getulio, PTB/PSD de Juscelino, não interessavam ,nada com o FMI, muito menos tutela, portanto precisava, ser desarticulada, para os interesses dos Estados Unidos no Brasil é na America Latina, houve as tentativas de golpe, Jacareacanga, falhou, Aragarças falhou,ambas JK no governo,em 1964 conseguiram, com Jango no governo.
    Nota–Em 1960 o General Dwight Eisenhower, esteve no Brasil,em visita a Brasília, na sua inauguração, na ocasião , sugestionou a J.K a reatar com o FMI, JK disse : isto caso a ser estudado, com grande possibilidade de ser concretizado, Eisenhower, foi embora acreditando,ter dado o recado, JK ligou para o seu embaixador nos E.U.A, e disse: com o FMI só conversa não assine nada.
    Se JK tivesse aceitado a sugestão, não teria havido o golpe militar de 1964,não haveria mais motivo, o Brasil já estaria sobre a tutela do FMI, para mando e desmando.
    Raimundo Nonato Lima

  30. Ol’a pessoal,

    Descobri o blog de vcs fazem umas 3 semanas enquanto procurava algo para ler sobre o Brasil e o Desenvolvimento.
    E por coincidêndia, um dos militantes do blog é um velho amigo de terceirão que tinha ficado meio esquecido no tempo devido à inumeras circunstâncias. Grande Edemilson, também conhecido como Paran’a.
    Conversei com o mesmo rapidamente sobre os anseios e a luta!
    Fiquei muito feliz de reencontra-lo dessas duas maneiras e de saber que “evoluimos” e que compartilhamos ‘ideias desenvolmentistas.
    O que me deixou ainda mais motivado, foi o fato de ter a oportunidade de estar em contato com pessoas que estão unindo forças por essa luta.
    Gostaria de contribuir e vou fazê-lo sempre que possivel.
    Contem comigo!
    Um abraço,
    Tiago

  31. Pingback: A construção do debate público: comparação e análise dos programas de governo « Brasil e Desenvolvimento

  32. Pingback: 11º – Terceirizarás « Brasil e Desenvolvimento

  33. Pingback: Interrompamos, ainda que tardiamente, a anencefalia do Supremo « Brasil e Desenvolvimento

  34. Pingback: Há referências para o desenvolvimento? | Brasil e Desenvolvimento

  35. Pingback: A Universidade contra a Homofobia | Brasil e Desenvolvimento

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s